“As principais taxas de execução são superiores a 90% na receita e na despesa, nomeadamente em mais de 98
% face à receita cobrada e numa taxa de realização de mais de 93 % em termos de despesa. A dívida
também cai significativamente”, lê-se.
Os documentos destacam a “saúde financeira da Câmara Municipal e “aspetos que confirmam uma gestão de rigor e de bons resultados”.
Pelo sexto ano consecutivo, o Município presidido por Rui Lages consegue “um resultado líquido de exercício positivo, que fica apenas ligeiramente aquém dos dois milhões de euros”.
Ainda de acordo com a mesma nota divulgada pelo Município, é referido que “a dívida total tem vindo a diminuir, de forma sustentada e contínua, desde o exercício económico de 2021. E no exercício económico 2024, que agora analisamos, a dívida aos fornecedores diminuiu mais de 1,3 milhões de euros. Mas não ficamos por aí: também diminuiu a dívida à banca, em mais de meio milhão de euros, assim como ao Estado, em mais de 100 mil euros”.
“E se no ano de 2023 finalizamos o pagamento do acordo de pagamento à empresa Luságua, em 2024 liquidamos antecipadamente a totalidade da injunção interposta pela ADSE”, explica-se ainda na Prestação de Contas.
A execução da receita atingiu o montante de 24.061.377,32 euros (vinte e quatro milhões,
sessenta e um mil, trezentos e setenta e sete euros e trinta e dois cêntimos), a execução da despesa o
montante de 22.849.266,25 euros (vinte e dois milhões, oitocentos e quarenta e nove mil, duzentos e sessenta
e seis euros e vinte e cinco cêntimos).
O resultado líquido do exercício é positivo em 1.900.648,53 euros (um milhão, novecentos mil, seiscentos e quarenta e oito euros e cinquenta e três cêntimos).
Os documentos serão agora submetidos a apreciação e votação pela Assembleia Municipal.
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